Transporte de Doentes

Transporte de Doentes

No ano 1987, a ASFE SAÚDE iniciou a sua atividade na valência de transporte de doentes, com atuação na sua área sede, concelho de Mafra, extensiva a qualquer ponto do país, através de contratos celebrados com várias Instituições de Saúde.

O transporte de doentes assume grande relevância na prestação dos cuidados de saúde, por isso, está sujeita à disciplina e inspeção do Ministério da Saúde. O Decreto-Lei n.º 38/91, de 28 de março, veio reger e consequentemente regulamentar esta atividade, tendo sido atribuído, à ASFE SAÚDE, o Alvará do INEM n.º 076, em 11/03/1996. Com a publicação da Lei n.º 14/2013, de 31 de janeiro, as IPSS ficaram isentas de requerer alvará para o exercício da atividade de transporte de doentes.

Atualmente possui uma frota com mais de 30 ambulâncias, licenciadas pelo IMT e pelo INEM, devidamente equipadas de acordo com a legislação em vigor, dispõe de equipamentos médicos que são regularmente alvo de calibração e manutenção, o que permite uma atuação mais eficiente de toda a tripulação.

Os nossos tripulantes têm obrigatoriamente o curso de Tripulante de Ambulância de Socorros (TAS), ou Tripulante de Ambulância de Transporte (TAT) e o de Desfibrilhação Automática Externa (DAE), sendo os mesmos, periodicamente, objeto de recertificação.

Em de Dezembro de 2018, a ASFE SAÚDE, implementou um sistema de gestão da qualidade e obteve a certificação da Norma ISO 9001:2015, pelo cumprimento dos seus requisitos na área dos Transportes de Doentes não Urgentes.

 

Avaliação de fornecedores

No âmbito da certificação ISO9001:2015 que a ASFE SAÚDE implementou, no Serviço de Transporte de Doentes Não Urgentes, onde a Qualidade é um importante fator de sucesso para a obtenção de resultados, informamos que iremos proceder à avaliação dos nossos fornecedores, tendo por base os seguintes critérios de avaliação:

  • Qualidade do Serviço: No caso de serviços de transporte de doentes torna-se necessário avaliar o seguinte:
  • % de utentes transportados que chega a tempo à consulta/realiza exame (>= 90% / total de serviços realizados);
  • N.º de reclamações <= 1% face ao número total de serviços prestados;
  • % de serviços recusados (<=95% face ao número total de serviços pedidos).